identitário e da rede de comunicação
como utopia civilizatória. Desta vez, a inscrição
se dá no prefixo ciber e, como indagam as integrantes
do g2g[6]
, grupo do qual faz parte a performer – o ciberfeminismo
teria chegado à América Latina?Em nosso contexto,
o tropo cyborgue funciona para a desconstrução
de dicotomias sexo/genero e relações de poder
de base tecnológica?[7]
Os dispositivos técnicos não compõem
um exoesqueleto nem são introduzidos na